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Brutalidade em Ponto Chique: jovem decapita vizinho, pendura cabeça em árvore e sugere trauma infantil


Um crime macabro e perturbador abalou a pacata comunidade de Pé da Serra, na zona rural de Ponto Chique, no Norte de Minas, na segunda-feira (21/7). Um jovem de 23 anos foi preso em flagrante após assassinar, decapitar e pendurar a cabeça do vizinho, um homem de 50 anos, identificado como Luiz Gonzaga Pereira Prates.

Horror e crueldade

Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o jovem utilizou um machado para cometer o homicídio. Em seguida, colocou a cabeça da vítima em um saco plástico e foi até a casa de sua avó, onde a pendurou em uma árvore. O restante do corpo foi encontrado parcialmente carbonizado na residência de Luiz, localizada cerca de dois quilômetros da casa da avó do suspeito.

Possível motivação e saúde mental

Testemunhas informaram à polícia que o crime pode estar ligado a um suposto abuso sexual que a vítima teria cometido contra o autor quando este era criança. O jovem teria mencionado o episódio em conversa com o irmão, em dezembro de 2024.

A PM também relatou que o suspeito tem histórico de problemas psiquiátricos e, durante a prisão, não reagiu e permaneceu em silêncio, mesmo na presença de familiares e advogados.

Prisão e procedimentos

O crime só foi descoberto após os advogados do jovem, acionados pelos pais, chamarem a PM. No local, foi encontrado o corpo carbonizado e o machado ao lado, bem como o saco contendo a cabeça na casa da avó.

O jovem foi preso em flagrante e levado à Delegacia de Polícia Civil em Januária. A Perícia Técnica da PCMG também realiza investigação, e familiares da vítima fizeram contato para comunicar o crime.

Repercussão e investigações em curso

O caso chocou a pequena comunidade local e desperta preocupações sobre violência e saúde mental em áreas rurais. A motivação real — se ligada a traumas passados ou agravada por doença mental — está sendo analisada pela PC. Exames psiquiátricos e entrevistas devem fundamentar o inquérito.

A perícia busca esclarecer se houve ação premeditada, possível distúrbio mental no momento do crime, e validar a versão dos testemunhos. A pena para homicídio qualificado, especialmente em circunstâncias tão brutais, pode chegar a 30 anos de reclusão.


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