A Polícia Civil de Minas Gerais continua apurando as circunstâncias que envolveram a morte de uma jovem de 22 anos, ocorrida na madrugada de sábado (9), no bairro Cruzeirinho, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso, registrado inicialmente como possível autoextermínio pelo companheiro da vítima, ainda tem linhas de investigação em aberto, conforme informou a corporação.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, o namorado da vítima, de 28 anos, relatou que encontrou a mulher já sem vida no quintal da casa onde moravam juntos há cerca de nove meses. Segundo ele, a jovem teria cometido suicídio, reforçado por uma mensagem de despedida enviada por ela pouco antes do ocorrido.
Entretanto, fontes ouvidas pela reportagem revelaram que os exames realizados no Instituto Médico-Legal (IML) apresentaram incompatibilidades com o relato inicial do companheiro, levantando dúvidas sobre a versão dos fatos.
A Polícia Civil comunicou que está em andamento o inquérito policial para esclarecer a causa da morte e as circunstâncias do fato. “Nenhuma linha de investigação, por ora, é descartada”, destacou a PC em nota oficial. O homem prestou depoimento em duas ocasiões e foi liberado após o último testemunho.
O caso teve repercussão por conta de detalhes relatados no Boletim de Ocorrência: o casal teria participado de uma festa de forró na noite anterior, onde, segundo o namorado, a jovem passou por uma crise de ciúmes motivada por uma amiga do casal. Apesar da situação, ele classificou o episódio como comum dentro do relacionamento.
Ao retornarem para casa por volta das 2h da madrugada, o homem disse ter notado inquietação da companheira no quintal antes de se deitar. Após ouvir um barulho durante o sono, encontrou a mulher já morta.
Questionado sobre possíveis causas que poderiam levar ao episódio, como problemas financeiros, vícios ou conflitos pessoais, o namorado afirmou que o casal vivia bem, mas revelou que recentemente teria se envolvido com outra mulher, que poderia estar grávida, fato que teria incomodado a vítima.
A perícia técnica esteve no local do crime para coleta de vestígios e análise da cena, enquanto o rabecão fez a remoção do corpo.
Este caso segue sob investigação pela 2ª Delegacia de Polícia Civil de Vespasiano, que deve continuar ouvindo testemunhas e realizando exames para elucidar o ocorrido.
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