Em uma nova ofensiva contra a clandestinidade e a sonegação fiscal, a Receita Estadual de Minas Gerais, por meio da Delegacia Fiscal de Divinópolis, fechou nesta sexta-feira (5 de setembro de 2025) uma fábrica irregular de sabão em pó em São Gonçalo do Pará, no Centro-Oeste do estado.
Batizada como operação “Sabão Encardido”, a ação foi realizada em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Militar, todos integrantes do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Minas Gerais (CIRA-MG).
As autoridades apreenderam um total de 55 toneladas de sabão falsificado, distribuídas em:
- 33 bags de 1 tonelada cada;
- 24 mil caixas de 800 gramas;
- 2.133 caixas de 1,6 kg, imitando embalagens de uma marca líder de mercado (Omo).
O delegado fiscal em Divinópolis, Montovany Ângelo de Faria, revelou que 19 pessoas trabalhavam de forma irregular na fábrica, todas residentes em Nova Serrana, município localizado a cerca de 26 km de São Gonçalo do Pará. Segundo ele, os trabalhadores eram transportados por fretamento pelos responsáveis pela operação clandestina — registros e filmagens comprovaram o esquema.
No momento da chegada das equipes fiscais, nenhum responsável pela fábrica foi localizado, e as investigações continuam em andamento.
Essa foi a 14ª fábrica clandestina de sabão em pó desativada em Minas Gerais desde o segundo semestre de 2024, demonstrando a continuidade e intensidade das ações de fiscalização.
Histórico recente de operações similares
- Agosto de 2025 — Operação “Sabão Odores”: fechamento de uma fábrica clandestina em Dores do Indaiá, com 27 toneladas de sabão falsificado apreendidas e prisão de duas pessoas; 15 trabalhadores foram encontrados no local.
- Maio de 2024 — Operação “Limpeza Profunda”: desmantelou esquema na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com 40 toneladas de sabão falsificado e detenção de seis pessoas.
Essas ações demonstram a estratégia contínua da Receita Estadual e demais órgãos de controle: uso de inteligência analítica, auditorias fiscais, rastreamento documental e atuação integrada com Polícia Militar, Polícia Civil e outros entes da fiscalização estadual.
Por que isso importa?
- Concorrência desleal: a venda de produtos falsificados e sem procedência prejudica os concorrentes que cumprem as exigências legais e tributos.
- Risco à saúde pública: a composição química dos produtos falsificados é desconhecida e potencialmente perigosa para os consumidores.
- Perda de receita para o Estado: a sonegação fiscal representa impacto direto nas receitas dos cofres públicos, reduzindo investimentos em serviços essenciais.
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