O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) lançou, nesta sexta-feira (1º/8), uma campanha nas redes sociais em apoio ao impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O parlamentar criou um site que mapeia o posicionamento dos senadores sobre o tema — categorizando-os como “favoráveis”, “contrários” ou “indefinidos” em relação à deposição do magistrado.
Segundo o site (de autoria apócrifa), 34 dos 81 senadores já se declararam favoráveis ao impeachment, 19 se opõem explicitamente e 28 permanecem indefinidos.
Apoio entre senadores mineiros
Entre os senadores favoráveis estão Carlos Viana (Podemos-MG) e Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), ambos de Minas Gerais. Viana externou seu apoio publicamente, embora tenha afirmado que não irá comentar o processo; já Cleitinho registrou um novo pedido de impeachment nessa sexta, proclamando:
“O castelo do rei Alexandre está desmoronando… nós não vamos recuar!”.
Argumentos da campanha
Nikolas Ferreira protocolou, em 30 de julho, novo pedido formal alegando que Moraes cometeu ativismo judicial, abusos de autoridade, censura e perseguição política, além de violar direitos fundamentais — acusações que se intensificaram após a sanção americana baseada na Lei Magnitsky.
O deputado celebrou o apoio de Carlos Viana em sua conta no X (antigo Twitter):
“Parabéns ao senador Carlos Viana… o Brasil precisa de equilíbrio e respeito à Constituição.”
Tramitação incerta
Apesar da adesão de 34 senadores, a campanha enfrenta ambiente desfavorável nos bastidores. A oposição reviveu um site de pressão, mas especialistas e figuras do Legislativo consideram que a proposta dificilmente prosperará. Cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), decidir se levará algum dos mais de 26 pedidos de impeachment à tramitação. Até o momento, não há sinalização de que avance no Senado.
A Constituição e a Lei do Impeachment permitem julgamento de ministros do STF por crimes de responsabilidade, mas o processo depende de despacho do presidente do Congresso, avaliação da CCJ, votação em plenário e, na fase final, do voto de 54 senadores (2/3) para efetivar a cassação.
Reação do STF
O retorno do STF após o recesso trouxe declarações firmes de defesa institucional. O ministro Alexandre de Moraes reafirmou que a independência e a imparcialidade do Judiciário serão mantidas, sem interferência externa. Já o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, destacou que Moraes atuou com “empenho, bravura e custos pessoais elevados” durante as investigações que presidiu.
- Alan Rick (União Brasil-AC);
- Alessandro Vieira (MDB-SE);
- Astronauta Marcos Pontes (PL-SP);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Carlos Viana (Podemos-MG);
- Cleitinho (Republicanos-MG);
- Damares Alves (Republicanos-DF);
- Eduardo Girão (Novo-CE);
- Eduardo Gomes (PL-TO);
- Esperidião Amin (PP-SC);
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ);
- Hamilton Mourão (Republicanos-RS);
- Izalci Lucas (PL-DF);
- Jaime Bagattoli (PL-RO);
- Jorge Kajuru (PSB-GO);
- Jorge Seif (PL-SC);
- Lucas Barreto (PSD-AP);
- Luis Carlos Heinze (PP-RS);
- Magno Malta (PL-ES);
- Marcio Bittar (União Brasil-AC);
- Marcos Rogério (PL-RO);
- Marcos do Val (Podemos-ES);
- Nelsinho Trad (PSD-MS);
- Oriovisto Guimarães (Podemos-PR);
- Plínio Valério (PSDB-AM);
- Professora Dorinha Seabra (União Brasil-TO);
- Rogério Marinho (PL-RN);
- Sergio Moro (União Brasil-PR);
- Styvenson Valentim (Podemos-RN);
- Tereza Cristina (PP-MS);
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO);
- Wellington Fagundes (PL-MT);
- Wilder Morais (PL-GO);
- Zequinha Marinho (Podemos-PA).
- Ana Paula Lobato (PDT-MA);
- Augusta Brito (PT-CE);
- Beto Faro (PT-PA);
- Chico Rodrigues (PSB-RR);
- Cid Gomes (PSB-CE);
- Fabiano Contarato (PT-ES);
- Fernando Farias (MDB-AL);
- Humberto Costa (PT-PE);
- Irajá (PSD-TO);
- Jaques Wagner (PT-BA);
- Leila Barros (PDT-DF);
- Omar Aziz (PSD-AM);
- Otto Alencar (PSD-BA);
- Paulo Paim (PT-RS);
- Randolfe Rodrigues (PT-AP);
- Rodrigo Pacheco (PSD-MG);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Teresa Leitão (PT-PE);
- Weverton (PDT-MA).
- Angelo Coronel (PSD-BA);
- Ciro Nogueira (PP-PI);
- Confúcio Moura (MDB-RO);
- Daniella Ribeiro (PSD-PB);
- Davi Alcolumbre (União Brasil-AP);
- Dr. Hiran (PP-RR);
- Eudócia Caldas (PL-AL);
- Eduardo Braga (MDB-AM);
- Efraim Filho (União Brasil-PB);
- Eliziane Gama (PSD-MA);
- Fernando Dueire (MDB-PE);
- Flávio Arns (PSB-PR);
- Giordano (MDB-SP);
- Ivete da Silveira (MDB-SC);
- Jader Barbalho (MDB-PA);
- Jayme Campos (União Brasil-MT);
- Jussara Lima (PSD-PI);
- Laércio Oliveira (PP-SE);
- Mara Gabrilli (PSD-SP);
- Marcelo Castro (MDB-PI);
- Margareth Buzetti (PSD-MT);
- Mecias de Jesus (Republicanos-RR);
- Renan Calheiros (MDB-AL);
- Romário (PL-RJ);
- Soraya Thronicke (Podemos-MS);
- Sérgio Petecão (PSD-AC);
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
- Zenaide Maia (PSD-RN);
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