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Brasil chega a 246 notificações de intoxicação por metanol; morte em Ipatinga está sob investigação

Brasil soma 246 notificações de intoxicação por metanol; Minas Gerais investiga morte em Ipatinga


O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (10) um novo boletim sobre o surto de intoxicações por metanol relacionadas ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. O país já soma 246 notificações — sendo 29 casos confirmados, 217 em investigação e 249 suspeitas descartadas.

Até o momento, o Brasil registra cinco mortes confirmadas por intoxicação e outras 12 sob investigação, incluindo um óbito em Ipatinga, no Vale do Aço. As outras mortes investigadas ocorreram em São Paulo (6), Pernambuco (3), Ceará (1) e Mato Grosso do Sul (1).

Casos se concentram em São Paulo

O estado de São Paulo concentra a maior parte dos registros, com 25 casos confirmados e 160 notificações em apuração. O Paraná contabiliza três casos confirmados, e o Rio Grande do Sul, um.

Outros estados também reportaram suspeitas:

  • Pernambuco (31 casos),
  • Rio Grande do Sul (4),
  • Mato Grosso do Sul (4),
  • Piauí (4),
  • Rio de Janeiro (3),
  • Espírito Santo (3),
  • Goiás (2),
  • Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Rondônia, com um caso cada.

Governo reforça alerta sobre bebidas adulteradas

O Ministério da Saúde e a Anvisa reforçaram o alerta sobre o risco de bebidas adulteradas com metanol, um álcool industrial altamente tóxico. Para ampliar a resposta, o governo federal anunciou a compra emergencial de etanol farmacêutico — usado como antídoto — e negocia a importação do medicamento Fomepizol, considerado o tratamento mais eficaz contra a substância.

De acordo com a pasta, qualquer pessoa que apresente visão turva, náusea, vômitos, tontura ou embriaguez prolongada entre 12 e 24 horas após o consumo de bebida alcoólica deve procurar atendimento médico imediatamente.

Entenda o caso

O metanol é utilizado em combustíveis e solventes industriais e não deve ser consumido por humanos. A ingestão, mesmo em pequenas quantidades, pode causar cegueira, falência múltipla dos órgãos e morte. Criminosos vêm utilizando o produto para baratear a produção de bebidas falsificadas, principalmente em garrafas de cachaça e vodca.

O Ministério da Saúde mantém uma força-tarefa com secretarias estaduais e municipais para rastrear a origem das bebidas contaminadas e retirá-las de circulação.

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