Um homem de 29 anos foi preso novamente nesta quinta-feira (8), em Belo Horizonte, menos de 24 horas após deixar o sistema prisional. Ele é suspeito de agredir a ex-companheira, de 23 anos, e a mãe dela, de 44, no Conjunto Paulo VI, na Região Nordeste da capital. Segundo a Polícia Militar, o investigado afirmou ser integrante do Terceiro Comando Puro (TCP), facção criminosa com atuação em outros estados e apontada como aliada do PCC.
De acordo com a PM, os militares foram acionados por volta das 9h45, após denúncias de violência doméstica. Conforme o relato policial, o suspeito havia ido à residência da ex-companheira durante a madrugada, logo após sair da cadeia, com o argumento de visitar os filhos. Horas depois, ele retornou ao local alterado e sob efeito de álcool e drogas, após ouvir na rua que a jovem teria se relacionado com outra pessoa enquanto ele estava preso.
Agressões, ameaças e tentativa de intimidação
Ainda segundo a corporação, o homem passou a agredir a ex-companheira com socos e chutes e chegou a ameaçá-la com uma faca. Vizinhos chamaram a mãe da vítima, que tentou intervir para proteger a filha e os netos, mas também acabou agredida.
Durante o ataque, o suspeito quebrou uma janela da casa e arremessou cacos de vidro, que atingiram a perna da mulher de 44 anos, causando um corte profundo. Após as agressões, ele fugiu do local.
Prisão e novas ameaças
O homem foi localizado pouco tempo depois durante patrulhamento da Polícia Militar. Conforme os agentes, ele resistiu à abordagem e precisou ser contido com uso de força moderada. As duas vítimas foram encaminhadas para a UPA Norte, assim como o suspeito, que passou por avaliação médica antes de ser liberado.
Durante a prisão, segundo a PM, o homem fez novas ameaças, afirmando que “sairia da cadeia para matá-la” e dizendo não temer represálias por integrar facção criminosa.
O que diz a Polícia Civil
Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que as duas vítimas foram submetidas a exames de corpo de delito. O suspeito foi ouvido na Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelos crimes de lesão corporal, ameaça e injúria.
Após os procedimentos, ele foi encaminhado novamente ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. A vítima manifestou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência, previstas na Lei Maria da Penha, pedido que já foi encaminhado ao Poder Judiciário. O inquérito segue em tramitação.
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