A eliminação do Cruzeiro na semifinal da Copa do Brasil, diante do Corinthians, deve ter selado o fim da passagem de Leonardo Jardim pelo comando técnico da equipe. Mesmo com contrato válido até o fim de 2026, o treinador português decidiu não seguir no cargo na próxima temporada, por motivos pessoais e familiares, e a tendência é que a saída seja oficializada nos próximos dias.
De acordo com informações confirmadas pela reportagem, a rescisão amigável deve ser discutida em reunião marcada para esta segunda-feira (15/12), envolvendo o técnico, o gestor da SAF do Cruzeiro, Pedro Lourenço, e o vice-presidente Pedro Júnior. A decisão já teria sido comunicada internamente à diretoria, mas mantida em sigilo para não interferir no ambiente do clube durante a reta decisiva da Copa do Brasil.
Apesar de tentativas recentes da cúpula celeste de discutir uma extensão contratual com reajuste salarial, a questão financeira não pesou na escolha de Jardim. O treinador optou pela saída principalmente por razões pessoais, indicando o desejo de não atuar como técnico em 2026.
Mercado se movimenta
Com a provável vacância no comando técnico, o Cruzeiro iniciou rapidamente o mapeamento do mercado. Dois nomes despontam como opções bem avaliadas pela diretoria.
O primeiro é Tite, ex-treinador da Seleção Brasileira e que está livre desde sua saída do Flamengo. O técnico já sinalizou, nos bastidores, que está disposto a voltar ao trabalho e é visto como um nome de peso para liderar um novo ciclo no clube.
Outro profissional que agrada à gestão celeste é Artur Jorge, atual treinador do Al-Rayyan, do Catar. O português ganhou destaque no futebol brasileiro ao conquistar o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores de 2024 pelo Botafogo, credenciais que o colocam como alternativa forte para a Toca da Raposa.
Impacto no elenco
A troca no comando técnico pode ter reflexos diretos no elenco cruzeirense. Um dos casos mais sensíveis é o do atacante Gabigol, que chegou a ser especulado no Santos. Com a possível saída de Leonardo Jardim, o jogador indicou internamente a disposição de permanecer no Cruzeiro em busca de mais espaço entre os titulares.
No entanto, a permanência do atacante pode depender do perfil do novo treinador. Gabigol, por exemplo, já manifestou publicamente desconforto em relação ao trabalho de Tite, o que pode pesar na decisão final.
Enquanto aguarda a definição oficial sobre a saída de Leonardo Jardim, o Cruzeiro se prepara para um período de transição, em meio ao planejamento para a temporada de 2026.
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