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ESQUEMA NO MEC: Em dois anos, empresa de trezentos mil vira um império de trinta e quatro milhões. PF aponta ex-nora de lula e ex-sócio de Lulinha como os articuladores da fortuna

PF investiga ex-nora de Lula e ex-sócio de Lulinha em esquema de R$ 70 milhões ligado ao MEC

A Polícia Federal deflagrou nesta semana a Operação Coffee Break, que investiga um esquema suspeito de fraudes em contratos públicos do Ministério da Educação (MEC) por meio da empresa Life Tecnologia Educacional. Dois nomes centrais são alvo da apuração: Carla Ariane Trindade, ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e Kalil Bittar, ex-sócio de Fábio Luís “Lulinha”.

Crescimento explosivo da empresa

De acordo com documentos da Junta Comercial de São Paulo obtidos pela PF, a Life Tecnologia Educacional tinha capital social de R$ 300 mil em maio de 2022. Em menos de dois anos, esse valor saltou para R$ 34 milhões.

Segundo as investigações, esse crescimento estaria diretamente ligado à celebração de contratos públicos com prefeituras para fornecimento de kits de robótica e livros escolares.

Papel de Carla Trindade e Kalil Bittar

A PF aponta que Carla Trindade atuou para liberar recursos junto ao MEC e ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) em favor da Life. Em documentos apreendidos, seu nome aparece com a alcunha “Nora”, uma referência à sua antiga ligação familiar com Lula.

Kalil Bittar teria sido contratado pelo dono da Life, André Gonçalves Mariano, para prospectar negócios e influenciar decisões governamentais. Parte do pagamento seria feita sob a forma de “mesada” para que ele mantivesse contato com ministros e agentes públicos. Segundo a PF, ele teve “grande importância” no desempenho da empresa.

Supostas fraudes e superfaturamento

A investigação apura que a Life teria vendido prefeituras kits de robótica e livros por valores muito acima do custo real. Reportagens indicam que livros adquiridos por entre R$ 1 e R$ 5 foram revendidos para contratos públicos por até R$ 80 cada. A PF também analisa se houve uso de empresas de fachada para lavar recursos.

Os valores suspeitos negociados giram em torno de R$ 70 milhões, segundo a PF.

Medidas judiciais

Durante a operação, foram cumpridos 50 mandados de busca e apreensão e seis prisões preventivas, autorizadas pela 1ª Vara Federal de Campinas (SP). A Justiça também bloqueou bens de André Mariano, incluindo veículos de luxo — como um Porsche avaliado em cerca de R$ 945 mil — suspeitos de terem sido adquiridos com recursos do esquema.

Repercussão política

O caso reacende questionamentos sobre a influência política de pessoas ligadas à família do presidente. Segundo a Veja, a investigação lança luz sobre um suposto “lobby” dentro do MEC para favorecer contratos. Até agora, nem Carla, nem Kalil, nem a Presidência emitiram resposta pública às denúncias.

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