O setor cafeeiro de Minas Gerais ganhou novo impulso nesta semana com o anúncio do Centro de Excelência em Cafeicultura de Montanha — uma iniciativa do Governo de Minas Gerais via Fapemig, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG). O investimento inicial será de cerca de R$ 17 milhões para estruturar a unidade, com o objetivo de fortalecer a produção, qualificar o café mineiro e promover o desenvolvimento sustentável da cafeicultura no estado.
🎯 Foco na cafeicultura de altitude e pesquisa de ponta
O centro terá sede em Lavras, no Sul de Minas — região já conhecida pela tradição cafeeira e pela presença de campos experimentais da Epamig, onde são testadas novas cultivares e tecnologias para o café. A coordenação ficará a cargo do pesquisador Marcelo Ribeiro Malta.
Segundo os responsáveis, o “café de montanha” — aquele cultivado em altitudes mais elevadas, com clima ameno e solo característico — tende a gerar grãos com perfil diferenciado, influenciado por fatores como altitude, “terroir”, clima e solo. O novo centro buscará capitalizar essas características, por meio de pesquisa aplicada, desenvolvimento de cultivares, melhoramento genético e disseminação de tecnologias.
📈 Minas no topo da produção — e mirando futuro inovador
Atualmente, Minas Gerais possui cerca de 150 mil produtores de café. A safra de 2025 está estimada em 25,3 milhões de sacas. As exportações também registram bom desempenho: até outubro deste ano, o café mineiro já havia gerado US$ 8,8 bilhões em vendas ao exterior — um aumento de 44,6% em relação a 2024. Com isso, o estado responde por quase 75% das exportações brasileiras de café.
O instituto de pesquisa espera que o Centro de Excelência promova não apenas o aumento da produtividade e da qualidade, mas também a sustentabilidade da cafeicultura, agregando valor à produção e consolidando Minas como um dos principais polos mundiais do setor.
✅ O que muda para produtores e consumidores
- Produtores terão acesso a tecnologias modernas, novas cultivares mais resistentes e adaptadas às condições de montanha — o que pode elevar a competitividade de seus cafés.
- A valorização do café de altitude pode gerar cafés com melhores características sensoriais e maior valor agregado no mercado nacional e internacional.
- A atuação em pesquisa também favorece práticas mais sustentáveis e eficientes — um diferencial importante diante de desafios como clima, clima variável e demanda crescente por qualidade.
:::NOSSO GRUPO NO WHATS APP :::
Acidente Assassinato Belo Horizonte Betim BR-040 BR-251 BR-262 BR-365 BR-381 Contagem Corpo de Bombeiros Crime Cruzeiro Divinópolis Governador Valadares Grande BH Ibirité Ipatinga Itabira João Monlevade Juiz de Fora Lula Minas Gerais Montes Claros Nova Lima Patos de Minas Polícia Civil Polícia Federal Polícia Militar Polícia Militar Rodoviária Polícia Rodoviária Federal Pouso Alegre Previsão do Tempo Ribeirão das Neves Sabará Samu Santa Luzia Sete Lagoas Triângulo Mineiro Tráfico Uberaba Uberlândia Vale do Rio Doce Vespasiano Zona da Mata mineira





