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CPMI do INSS recebeu menos de 1% de dados sigilosos de Daniel Vorcaro, diz senador Carlos Viana

📊 A CPMI do INSS foi criada para investigar possíveis fraudes bilionárias no sistema previdenciário brasileiro, envolvendo descontos indevidos, irregularidades financeiras e suspeitas de participação de empresas e intermediários.

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que os parlamentares tiveram acesso a menos de 1% do material sigiloso apreendido pela Polícia Federal nos celulares do banqueiro Daniel Vorcaro.

A declaração foi feita nesta segunda-feira (9), em Brasília, durante comentários sobre o andamento da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, criada para investigar irregularidades envolvendo o sistema previdenciário.

Segundo o senador mineiro, houve filtragem de documentos antes do envio à comissão, o que teria limitado o acesso dos parlamentares às informações obtidas na investigação.

“Nós recebemos menos de 1%, cerca de 0,25% do material enviado à Polícia Federal. Foram mais de 400 gigabytes de dados e a CPMI recebeu apenas um gigabyte”, afirmou Viana.

📱 Dados vieram de celulares apreendidos

Parte do conteúdo analisado pela CPMI foi extraída de um dos celulares de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, investigado em apurações que envolvem suspeitas de irregularidades financeiras e possível ligação com o escândalo investigado pela comissão.

De acordo com Viana, o material enviado à CPMI contém poucos registros de conversas, sendo a maioria deles trocas de mensagens com a companheira do banqueiro.

O senador afirmou que a comissão não teve acesso à integralidade das informações coletadas pelos investigadores.


🏛️ Decisão do STF liberou compartilhamento

Os arquivos chegaram à CPMI na última semana após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator da investigação sobre o caso.

Mendonça autorizou que os dados apreendidos fossem compartilhados com os parlamentares, após mudanças na condução do processo dentro do Supremo.

Antes disso, o ministro Dias Toffoli havia determinado que o material permanecesse sob guarda da presidência do Senado Federal, sem acesso direto da CPMI.

Segundo integrantes da comissão, durante esse processo de transferências entre órgãos o volume de informações compartilhadas acabou sendo reduzido.


🔎 Vazamento de dados também está sob investigação

A polêmica envolvendo os dados sigilosos ganhou novos capítulos após o vazamento de mensagens e informações atribuídas a Daniel Vorcaro.

Na sexta-feira (6), o ministro André Mendonça determinou que a Polícia Federal abra um inquérito para identificar quem vazou o conteúdo.

Carlos Viana afirmou que a CPMI não teve participação no vazamento, mas garantiu que providências serão tomadas caso se comprove que a divulgação partiu de integrantes da comissão.

“Se houve vazamento dentro da CPMI, nós vamos apurar e responsabilizar quem for o responsável”, disse o senador.

Leia mais: CPMI do INSS recebeu menos de 1% de dados sigilosos de Daniel Vorcaro, diz senador Carlos Viana

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