A Polícia Federal voltou a concluir que não há elementos que indiquem crime por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro no caso que investigava suposta interferência política na corporação. O novo relatório foi divulgado neste domingo (12) e reforça entendimento já apresentado anteriormente.
Investigação repetida chega ao mesmo resultado
De acordo com a PF, mesmo após a reabertura do inquérito e a realização de novas diligências, não foram identificadas evidências que sustentem acusação criminal. O relatório complementar mantém a linha da apuração inicial, que já havia descartado irregularidades.
O caso teve origem em 2020, após declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que, ao deixar o governo, afirmou ter sofrido pressão de Bolsonaro para mudanças no comando da Polícia Federal — incluindo a substituição do então diretor-geral Maurício Valeixo.
Depoimentos e perícias
Durante a investigação, foram ouvidas 18 pessoas, além da realização de perícias técnicas e análise de dados e comunicações. Segundo a PF, os elementos reunidos não demonstraram tentativa de interferência indevida em investigações.
Em depoimento, Valeixo afirmou que apurações conduzidas no âmbito do Supremo Tribunal Federal não passavam pelo comando da Polícia Federal, o que, segundo a corporação, afastaria a possibilidade de ingerência direta do então presidente.
Histórico do processo
A primeira conclusão da PF foi apresentada em março de 2022, apontando ausência de crime. Na sequência, a Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento do caso.
No entanto, em 2025, o ministro Alexandre de Moraes determinou a reabertura das investigações, atendendo a solicitação do procurador-geral Paulo Gonet.
Conclusão mantida
Após a nova rodada de apurações, o relatório final reafirma que não foram encontrados indícios suficientes para imputação penal. Com isso, o caso volta a depender de análise da Procuradoria-Geral da República sobre eventual novo pedido de arquivamento ou outras providências.
Leia mais: PF reafirma ausência de crime e conclui novamente que Bolsonaro não interferiu na corporação
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