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Gilmar manda destruir dados de empresa ligada a Toffoli e CPI promete reagir

A investigação segue em andamento e deve analisar possíveis irregularidades financeiras envolvendo o banco e empresas relacionadas.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a destruição de documentos enviados à CPI do Crime Organizado do Senado relacionados à empresa Maridt, ligada à família do ministro Dias Toffoli. A decisão também proibiu qualquer deliberação da comissão parlamentar sobre o tema.

Segundo a decisão, todo material eventualmente encaminhado à CPI deve ser imediatamente inutilizado. Caso a eliminação não seja possível, os dados deverão permanecer sob custódia sigilosa, com acesso restrito e proibição de compartilhamento, sob pena de responsabilização penal, administrativa e civil.

Decisão atende recurso da empresa

A medida foi tomada após recurso apresentado pela empresa Maridt. Para Gilmar Mendes, a CPI extrapolou o escopo definido no ato de criação da comissão ao aprovar quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático da empresa.

Na avaliação do ministro, não houve comprovação de vínculo direto entre a empresa investigada e o objeto central da comissão, o que tornaria ilegais medidas consideradas invasivas, como o acesso a dados protegidos por sigilo.

A Maridt aparece citada em investigações como possível intermediária em negociações que envolvem familiares de Toffoli e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, instituição alvo de apuração por suspeita de fraude financeira.

Entre os negócios sob análise está a negociação de participações no Tayayá Resort, localizado em Ribeirão Claro (PR), para fundos ligados ao banco.

O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do caso envolvendo o Banco Master após a divulgação de relatório da Polícia Federal que mencionava seu nome em dados extraídos do celular do empresário. Toffoli nega qualquer irregularidade e afirma que as citações são apenas ilações.

CPI promete enfrentar decisão

O relator da CPI do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que a comissão pretende reagir judicialmente à decisão do Supremo.

Segundo o parlamentar, as quebras de sigilo haviam sido aprovadas pela CPI e seriam necessárias para aprofundar as investigações.

“Vamos enfrentar essa decisão em todas as instâncias possíveis”, declarou o senador.

Vieira afirmou ainda que movimentações financeiras consideradas suspeitas e decisões judiciais classificadas como atípicas justificam a continuidade das apurações.

Relatoria passa para Mendonça

O caso envolvendo o Banco Master passou a ter como relator no STF o ministro André Mendonça, após o afastamento de Dias Toffoli do processo.

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