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INSS: Justiça bloqueia R$ 2,8 bilhões por descontos ilegais em aposentadorias

Fraudes envolvem entidades associativas e empresas que cobravam mensalidades sem autorização

A Justiça Federal em Brasília determinou o bloqueio de R$ 2,8 bilhões em bens de entidades, empresas e pessoas físicas acusadas de envolvimento em fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. A decisão atende a 15 ações civis públicas movidas pela Advocacia-Geral da União (AGU), que busca garantir o ressarcimento às vítimas.

A medida faz parte da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura a prática de descontos indevidos de mensalidades associativas entre 2019 e 2024 — muitas vezes sem que os segurados tivessem sequer conhecimento de que estavam “associados”.


 Quem são os alvos?

Os bloqueios atingem:

  • 12 entidades associativas e seus dirigentes
  • 6 empresas de consultoria
  • 2 escritórios de advocacia
  • 3 empresas privadas

Essas organizações são suspeitas de manter convênios com o INSS ou de acessar indevidamente a folha de pagamento dos beneficiários para aplicar os descontos automáticos — sem contrato, autorização ou consentimento dos aposentados.


 O que está em jogo?

Além do ressarcimento, a AGU pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para a abertura de crédito extraordinário no orçamento do governo federal, de forma a viabilizar a devolução dos valores aos prejudicados.

O órgão também solicitou que essas restituições fiquem fora do teto de gastos da União para os anos de 2025 e 2026, dada a urgência social e o volume das fraudes.


 O que diz a AGU?

“Nosso foco é proteger os aposentados e garantir que o dinheiro deles seja devolvido”, informou a AGU, em nota oficial.
“Estamos mobilizando todos os instrumentos jurídicos disponíveis para impedir o enriquecimento ilícito de entidades que se aproveitaram da boa-fé de quem mais precisa.”


Os beneficiários do INSS, em especial os aposentados, muitas vezes enfrentam dificuldades financeiras e dependem exclusivamente da renda da Previdência. Os descontos não autorizados — que variam de R$ 30 a R$ 100 mensais — se acumulam ao longo dos anos e representam um grave prejuízo individual e coletivo.

Leia mais: INSS: Justiça bloqueia R$ 2,8 bilhões por descontos ilegais em aposentadorias

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