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Dia Mundial Quântico: Física Quântica aponta para um Criador

Hoje, 14 de abril, celebramos o Dia Mundial Quântico. Se você abriu a página inicial do Google, deve ter notado uma animação especial no logotipo: trata-se de um Doodle: uma alteração temporária e criativa do logotipo do Google, utilizada para comemorar feriados, eventos ou figuras históricas. A homenagem de 14 de abril destaca as esferas de Bloch, que são representações visuais geométricas do estado de um bit quântico (qubit) — a unidade fundamental que está revolucionando o processamento de informações no âmbito da Computação Quântica.

O DESPERTAR DO MUNDO QUÂNTICO: O QUE É QUÂNTICO?

O mundo quântico é a dimensão do infinitamente pequeno, onde as leis da Física clássica (aquela que rege o que podemos ver e tocar) deixam de fazer sentido. Esse escopo estuda o comportamento de átomos e partículas subatômicas. Tal jornada começou com precursores como Max Planck, que descobriu que a energia é emitida em pacotes chamados “quanta”, e foi expandida por gênios como Niels Bohr, Werner Heisenberg e Erwin Schrödinger (embora este último não gostasse muito de que sua experiência do “Gato de Schrödinger fosse associada ao mundo quântico).

Mesmo as teorias de Einstein, como a Teoria Geral da Relatividade, apontam um Universo de urdiduras quânticas perfeitamente organizadas — a teoria deveria se chamar “Teoria Geral do Absoluto”, já que postula leis universais exatas e, a princípio, imutáveis). Hoje, temos especialistas quânticos como Alain Aspect e Anton Zeilinger, além de Edward Witten, que engenhou a Teoria-M ao unificar as cinco principais Teorias das Cordas; estes e muitos outros cientistas brilhantes continuam a desbravar o território onde a matéria parece se comportar mais como pensamento do que como “coisa”.

ENTÃO SÃO TUDO FREQUÊNCIAS?

A Física Quântica nos apresenta um Universo muito mais intrincado que uma simples colisão de esferas de bilhar, um boom, incontáveis acasos subatômicos. A já referida Teoria das Cordas, por exemplo, prescreve que, em sua essência mais profunda, tudo o que existe no Cosmos não é feito de matéria sólida, mas de minúsculas cordas vibrantes. Em suma: a realidade é composta por frequências, não basicamente por átomos.

E, se o Universo é essencialmente uma sinfonia de vibrações meticulosamente ordenadas em múltiplas dimensões de tempo e espaço, é honesto questionar: quem é o Compositor? Quem rege a “Grande Ópera”? A admissão de universos paralelos e dimensões invisíveis retira da mera causalidade a responsabilidade pela Criação. O acaso não gera harmonia matemática nem leis físicas constantes (Lei da Entropia ou Lei do Caos, por exemplo): ele galvaniza ruído.

Assim, a precisão necessária para que o emaranhamento quântico e a sobreposição existam concernem a um projeto inefavelmente inteligente, a um maestro, engenheiro e arquiteto que estabeleceu as regras de tudo.

LEIS QUE NEGAM O ACASO: O QUÂNTICO É ORGANIZADO E MENSURÁVEL

Para sustentar a visão da Física Quântica, podemos citar alguns pilares científicos:

  • A Lei da Causa Primeira Não-Causada: nada no mundo físico acontece sem uma causa. Isso remete aos tempos da filosofia de Aristóteles. Se retrocedermos infinitamente, precisamos chegar a um ponto de origem que não foi causado por nada anterior — um ente criador que existe ou “é” (existência pressupõe começo e fim, o que não se aplicaria no conhecimento humano de um Deus Alfa e Ômega, sem princípio e sem fim). Estamos, aqui, para além do tempo e do espaço humanos.
  • A Lei da Biogênese: como disse Pasteur, a vida só provém da vida. “Nada surge do nada” (e esse “nada” teria de ser “alguma coisa” para gerar outra, não?). A ideia de que a complexidade da vida e da consciência quântica surgiu de uma sopa inanimada por sorte fere mortalmente a lógica elementar.
  • A Lei de Lavoisier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, postulou o cientista Lavoisier. Se a matéria e a energia não se podem criar sozinhas, sua existência inicial demanda uma intervenção externa ao sistema material.

CIÊNCIA E SOBRENATURAL: ATRAVESSANDO AS SOMBRAS DO NIILISMO

O senso comum designa a Idade Média de “Idade das Trevas”, devido a rusgas ou rompimentos entre fé e razão. Tudo devia ser explanado pelo sobrenatural ou pela fé, em uma época em que religião e Estado estavam unidos como unha e carne, sustentando os tronos absolutistas. Agora, e já há algumas décadas, vivenciamos uma era em que a Ciência, em seu nível mais avançado, se aproxima do metafísico. E o metafísico comporta perfeitamente um Criador com habilidades sobre-humanas, uma vez que seríamos suas criaturas, como toda a Criação visível e até invisível.

Mais uma vez, as frequências da Física Quântica vêm sacudir a poeira da Ciência empirista e niilista — em que muitos insistem — que veio como reação ao domínio irrefreado da fé e aos tristes acontecimentos da Inquisição. Cabe lembrar que as religiões são formadas de pessoas, e em cada uma delas há gente boa e gente ruim, gente ponderada e gente insana: infelizmente, alguns líderes religiosos e políticos espalharam medo e revolta, e muitos continuam a fazê-lo. Isso não faz um sistema religioso mau em si, o “ópio do povo” como disse Marx. O ópio do povo, na verdade, que nos torna alheios e simplistas, são o niilismo e o desconhecimento, tanto da Ciência quanto de fenômenos possivelmente sobrenaturais.

Em priscas épocas, que nos deixaram feridas abertas em nossas sociedades, o sobrenatural ou metafísico era considerado oposto à Ciência. Um escárnio a ela, ainda que viesse de pífios e limitados intelectos e experiências humanos. Hoje, a Física Quântica vem demonstrar fenômenos que seriam considerados milagres no passado, como a teletransportação de informação e a influência da consciência sobre a matéria. A relação entre emocional e físico; entre visível e invisível; a impossibilidade de se determinar todas as coisas; e a interpretação intrínseca e única de cada corpo com seus sentidos preceptores, como estudou Immanuel Kant em seu subjetivismo.

Então, longe de negar um Criador, a Ciência de ponta está fornecendo o vocabulário técnico para descrever Suas obras. É claro que é o “dicionário” que nós, como “meros” humanos, podemos entender, e não toda a complexidade de intelectos e possibilidades infinitamente maiores que as humanas. De modo que o Dia Mundial Quântico não se restringe a uma celebração da tecnologia, mas um convite à reflexão: quanto mais entendemos os códigos quânticos, mais evidente se torna a presença de um Programador.

Felizmente, e embora muitos rujam a negar,temos tido perspectivas auspiciosas sobre a intersecção entre a Ciência e a origem da existência humana e de tudo o que há em nosso Universo (Física Quântica considera a existência de inúmeros universos além do nosso, do qual, estima-se, vislumbramos vagamente apenas 4%). É hora de apagar, depois das fogueiras da Inquisição religiosa, as geleiras do Niilismo insípido.  

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