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Avanço de doenças respiratórias faz cidades de MG decretarem emergência em saúde pública

Belo Horizonte, Contagem e Montes Claros estão entre os municípios que enfrentam alta de casos de SRAG e pressão no sistema de saúde




O aumento expressivo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e outras doenças infecciosas virais levou diversas cidades de Minas Gerais a decretarem situação de emergência em saúde pública ao longo de abril de 2026. A medida, adotada por municípios estratégicos do estado, busca agilizar ações para conter a sobrecarga no sistema de saúde, especialmente com a chegada do período mais frio.

Em Belo Horizonte, o decreto foi publicado no dia 10 de abril após a capital registrar crescimento acelerado de atendimentos por doenças respiratórias, sobretudo entre crianças. A alta taxa de ocupação de leitos pediátricos acendeu o alerta das autoridades sanitárias e levou à adoção de medidas emergenciais.

Na Região Metropolitana, cidades como Contagem e Ribeirão das Neves também enfrentam cenário crítico. Em Contagem, o aumento de casos e o registro de óbitos relacionados à SRAG pressionaram a rede hospitalar, levando à formalização do estado de emergência. Já Ribeirão das Neves integra o grupo de municípios com alerta máximo devido à escalada de atendimentos.

No interior, Montes Claros decretou emergência em 15 de abril por meio do Decreto Municipal nº 5.249. A medida tem como objetivo acelerar a contratação de profissionais da saúde e a aquisição de insumos hospitalares. Em Caratinga, o decreto foi publicado no dia 16, com foco na ampliação da capacidade de atendimento.

Outras cidades mineiras também aderiram ao decreto, como Araguari, Diamantina, Pedro Leopoldo e Unaí, evidenciando a abrangência da crise sanitária no estado.

A principal causa do aumento dos casos está associada à circulação de vírus respiratórios, com destaque para o Influenza A e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que afetam principalmente crianças e idosos. Especialistas alertam que a combinação entre queda de temperatura e maior permanência em ambientes fechados favorece a transmissão.

“Alta de internações e pressão nos hospitais colocam Minas em alerta máximo para doenças respiratórias.”


Medidas emergenciais e orientação à população

Com o decreto de emergência, as prefeituras passam a ter maior agilidade para contratar profissionais, adquirir medicamentos e reforçar a estrutura hospitalar sem a necessidade de processos licitatórios tradicionais.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) intensificou o monitoramento dos casos por meio de painéis atualizados e boletins epidemiológicos. As autoridades reforçam a importância da vacinação contra a gripe, da higienização das mãos e do uso de máscara em casos de sintomas respiratórios.

Além disso, pais e responsáveis devem redobrar a atenção com crianças, principais afetadas pelo atual cenário, buscando atendimento médico ao primeiro sinal de agravamento dos sintomas.

“Crianças e idosos estão entre os mais vulneráveis à escalada de casos de SRAG em Minas.”

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