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Zema defende CPMI do Banco Master e diz que áudio de Flávio Bolsonaro foi “muito ruim” para o senador

Ex-governador de Minas afirmou que caso envolvendo filme sobre Jair Bolsonaro prejudica a direita e voltou a pedir investigação no Congresso Nacional.

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) voltou a comentar, nesta sexta-feira (22), o caso envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Durante entrevista ao Flow Podcast, Zema afirmou que o vazamento do áudio atribuído a Flávio Bolsonaro foi “muito ruim” para o senador e também trouxe desgaste para setores da direita brasileira.

“É muito ruim para ele. E acaba sendo um pouco ruim para a direita”, declarou o pré-candidato à Presidência da República.

Zema cita nomes ligados à esquerda no caso

Na entrevista, Zema também afirmou que pessoas ligadas à esquerda teriam maior proximidade com o Banco Master do que integrantes da direita.

O ex-governador mencionou nomes como Guido Mantega e Jaques Wagner ao comentar o caso.

Segundo ele, setores políticos estariam tentando construir uma narrativa envolvendo a direita a partir do episódio.

Ex-governador pede CPMI no Congresso

Romeu Zema voltou a defender a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o chamado “caso Master”.

De acordo com o político, a investigação deveria esclarecer a atuação de todos os envolvidos e ampliar a transparência sobre o tema.

“Agora, o que a gente precisaria mesmo é ter uma CPMI para poder estar investigando e colocando tudo às claras”, afirmou.

Zema também criticou o ambiente político em Brasília e disse que há tentativas de proteção entre parlamentares e grupos políticos.

Relembre o caso envolvendo Flávio Bolsonaro

O caso ganhou repercussão após o site The Intercept divulgar, em 13 de maio, um áudio em que Flávio Bolsonaro supostamente negocia um aporte financeiro de R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro.

Os recursos seriam destinados ao financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a publicação, documentos indicariam transferências de cerca de US$ 10,6 milhões — aproximadamente R$ 61 milhões — relacionadas ao projeto entre fevereiro e maio de 2025.

Flávio Bolsonaro nega irregularidades

Após a divulgação do áudio, Flávio Bolsonaro afirmou que o pedido de apoio financeiro ocorreu antes de qualquer investigação pública envolvendo Daniel Vorcaro.

O senador também passou a defender a instalação de uma CPI para investigar o caso.

“Mais do que nunca, é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes dos bandidos”, escreveu o parlamentar nas redes sociais.

Flávio afirmou ainda que o projeto do filme seria privado e sem uso de recursos públicos ou incentivos da Lei Rouanet.

Caso amplia tensão no cenário político de 2026

O episódio ocorre em meio à intensificação das articulações para as eleições presidenciais de 2026. O caso tem sido explorado por aliados e adversários políticos em meio à disputa entre grupos ligados ao bolsonarismo, à direita liberal e ao governo federal.

Além de Zema, outros nomes do campo conservador passaram a defender investigações sobre as operações envolvendo o Banco Master e possíveis conexões políticas.



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