Em uma operação de alto risco realizada na manhã desta quinta-feira em zona rural do município de Prata (Triângulo Mineiro), a Polícia Civil de Minas Gerais conseguiu localizar e confrontar o homem conhecido como “Jagunço” — que estava foragido desde 2023 e era investigado por liderar uma célula da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) na região. Segundo o boletim da corporação, ele resistiu à abordagem armado, foi baleado e não sobreviveu aos ferimentos.
Durante a ação, outros três suspeitos foram presos em flagrante, e no imóvel rural, localizado no distrito de Monjolinho, os agentes apreenderam várias armas de fogo de diferentes calibres, dois veículos (motocicletas) e outros indícios de atuação criminosa — um arsenal típico de organizações que atuam com tráfico de drogas, homicídios e controle territorial.
Detalhes da investigação e operação
- O alvo, identificado como Eduardo da Silva Cortez, apelidado de “Jagunço”, era considerado de alta periculosidade, com mandados de prisão em aberto por tráfico de drogas, homicídios e associação criminosa.
- A ação policial teve por objetivo cumprir mandados de prisão preventiva e de regressão de regime contra integrantes da célula. Ao chegar à propriedade, os agentes foram recebidos por disparos. Em troca de tiros, o criminoso acabou sendo atingido.
- No local, além das armas (submetralhadora artesanal, espingarda calibre 12, revólver calibre .357, entre outras), também foram encontradas duas motos com chassis ou motores adulterados.
Importância da ação
A operação representa um golpe importante na estrutura de atuação da facção na região do Triângulo Mineiro, onde o crime organizado busca expandir seu controle por meio de tráfico e violência. A apreensão do líder, bem como de armas e veículos adulterados, reduz a capacidade operacional do grupo, ao mesmo tempo em que envia um sinal de ação firme das forças de segurança.
Especialistas em segurança pública ressaltam que atuar contra os elos de comando e logística das facções, e não apenas nas pontas do tráfico, é fundamental para desestruturar o modelo de atuação dessas organizações — que muitas vezes funcionam com hierarquia, funções bem definidas de financiamento, tráfico, homicídios e “tribunais do crime”. O alvo desta operação estava justamente sob investigação por ordenar homicídios e aplicar violência para manutenção de território, segundo a Polícia Civil.
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