Parlamentares da oposição voltaram a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após surgirem imagens de encontros com pessoas ligadas a investigações sobre o crime organizado e contratos públicos de uma distribuidora suspeita de ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital).
O episódio mais recente envolve Alessandra Moja e Yasmin Moja, mãe e filha presas na Operação Sharpe, do Gaeco, em São Paulo. As duas foram acusadas de integrar uma rede de fornecimento de drogas que abastecia a Cracolândia. O caso ganhou repercussão política porque, em 26 de julho, ambas participaram de um evento oficial do governo federal na favela do Moinho, durante o lançamento de um programa habitacional, e subiram ao palanque presidencial.
A presença das investigadas no evento provocou críticas nas redes sociais de parlamentares do PL, que associaram Lula à criminalidade. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) compartilhou notícias do episódio, enquanto Gustavo Gayer (PL-GO) destacou preocupações sobre possíveis restrições de conteúdo durante o período eleitoral de 2026. O vereador paulistano Lucas Pavanato (PL) também criticou a situação, chamando atenção para o contato do presidente com investigadas.
Paralelamente, a distribuidora Rede Sol Fuel, investigada na Operação Carbono Oculto por suposta ligação com o PCC, mantém contratos com órgãos federais que somam R$ 424 milhões, fornecendo combustíveis para a Presidência da República, ministérios e forças de segurança. O proprietário, Valdemar de Bortoli Júnior, negou qualquer vínculo com o fundo Mabruk II ou com facções criminosas, reforçando que todas as operações da empresa são auditadas e em conformidade com a legislação.

O Ministério Público de São Paulo aponta que a Rede Sol estaria envolvida em fraudes e lavagem de capitais relacionadas ao PCC, mas a empresa afirma que as acusações são infundadas, apresentando documentos financeiros auditados como prova de transparência e legalidade.
O caso reforça o debate político sobre a relação do governo federal com figuras e empresas envolvidas em investigações criminais, enquanto Lula mantém agenda voltada a programas sociais e eventos públicos.
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