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Comissão da Câmara aprova projeto que libera porte de arma para médicos-veterinários

Proposta prevê autorização concedida pela Polícia Federal e validade nacional de cinco anos

A Câmara dos Deputados aprovou, por meio da Comissão de Segurança Pública, um projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para médicos-veterinários registrados no Conselho Federal de Medicina Veterinária.

A proposta é de autoria do deputado Marcos Pollon, do Partido Liberal, e recebeu parecer favorável do relator, o deputado mineiro Junio Amaral.

Projeto prevê porte válido em todo o país

Pelo texto aprovado na comissão, o porte de arma será concedido pela Polícia Federal e terá validade de cinco anos em todo o território nacional.

A autorização será destinada exclusivamente para armas de fogo de uso permitido.

Veterinários precisarão cumprir exigências legais

Para obter o porte, os profissionais deverão:

  • comprovar exercício regular da profissão;
  • apresentar certidões negativas de antecedentes criminais;
  • comprovar aptidão psicológica;
  • demonstrar capacidade técnica para manuseio da arma;
  • possuir residência fixa.

O projeto mantém critérios semelhantes aos já previstos no Estatuto do Desarmamento para outras categorias autorizadas a portar arma.

Relator cita atuação em áreas rurais e isoladas

Ao defender a proposta, Junio Amaral argumentou que muitos médicos-veterinários trabalham em regiões rurais afastadas, frequentemente com baixo policiamento e maior exposição a riscos.

“O indivíduo não pode ser impedido de se proteger e ter os meios adequados para isso”, afirmou o parlamentar durante a tramitação.

Segundo defensores da medida, profissionais que atuam em fazendas, propriedades rurais e atendimentos noturnos estariam sujeitos a situações de vulnerabilidade.

Projeto ainda precisa passar por outras etapas

A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

Caso seja aprovada sem recurso para votação em plenário, poderá seguir diretamente para o Senado Federal.

Para virar lei, o texto ainda precisará:

  1. ser aprovado na Câmara;
  2. passar pelo Senado;
  3. receber sanção presidencial.

Debate sobre ampliação do porte de armas continua no Congresso

O tema integra uma série de propostas em discussão no Congresso Nacional sobre flexibilização do porte de armas para categorias profissionais específicas.

Nos últimos anos, parlamentares ligados à bancada da segurança pública têm defendido a ampliação do acesso ao porte para profissionais que alegam exposição a situações de risco durante o exercício da atividade.

Já críticos argumentam que a ampliação pode aumentar a circulação de armas e gerar impactos na segurança pública.

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