O Banco Central divulgou nesta terça-feira (26) que o Brasil registrou um déficit de US$ 7,1 bilhões nas transações correntes em julho de 2025, resultado pior que o de julho do ano passado, quando o saldo negativo foi de US$ 5,2 bilhões. Trata-se do maior déficit mensal em seis anos, reflexo do aumento nas importações e da queda no superávit comercial.
No acumulado de 12 meses até julho, o déficit chegou a US$ 75,3 bilhões, o equivalente a 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto). Em igual período do ano passado, o rombo era de US$ 30,7 bilhões (1,37% do PIB).
Em junho de 2025, o déficit havia somado US$ 73,3 bilhões (3,43% do PIB), o que mostra tendência de deterioração das contas externas.
Pressão sobre a balança
Segundo analistas, o desempenho negativo está ligado ao menor saldo comercial, sobretudo pela queda nas exportações de commodities e pelo aumento da demanda por importados em meio ao reaquecimento da economia. Além disso, remessas de lucros e dividendos de multinacionais para o exterior também contribuíram para o resultado.
Contexto histórico
O último resultado tão negativo havia sido registrado em 2019, ano em que o Brasil também enfrentou déficits superiores a 3% do PIB. Desde então, mesmo com oscilações, as contas externas vinham se mantendo em níveis mais equilibrados, especialmente durante os anos de forte superávit comercial.
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