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Polícia Civil do Rio vai investigar moradores que resgataram corpos após megaoperação; suspeita é de fraude processual

Secretário Felipe Curi afirmou que roupas e coletes teriam sido retirados dos cadáveres antes da chegada das equipes oficiais

A Polícia Civil do Rio de Janeiro vai investigar as pessoas que participaram do resgate de corpos após a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, que deixou mais de 120 mortos nesta semana — o maior número da história em uma ação policial no estado.

O secretário estadual de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou nesta quarta-feira (29/10) que os moradores que retiraram os corpos da mata poderão responder por fraude processual. Segundo o delegado, há indícios de que as roupas camufladas e os coletes balísticos usados pelos suspeitos foram retirados dos cadáveres antes da chegada das forças de segurança.

“Parece que houve uma mágica com esses corpos que apareceram hoje. Nós temos imagens deles paramentados, com roupas camufladas e coletes. Depois, surgiram só de cueca, descalços, sem nada”, ironizou Curi durante coletiva de imprensa.

O secretário afirmou ainda que alguns mortos estariam vestindo uniformes semelhantes aos usados por policiais, e que vídeos gravados no local mostram pessoas removendo os corpos e alterando o cenário dos confrontos.

“Temos imagens de pessoas que retiraram esses corpos da mata e os colocaram em via pública, tirando a roupa desses marginais. Um inquérito será instaurado na 22ª DP, na Penha, para investigar a fraude processual”, completou.

A fraude processual é crime previsto no Código Penal Brasileiro e ocorre quando alguém altera artificialmente um local, objeto ou pessoa durante uma investigação, com o objetivo de induzir autoridades ao erro. A pena pode variar de três meses a dois anos de detenção, além de multa — e, se houver tentativa de interferir em um processo penal, a punição é aplicada em dobro.

Moradores relataram que muitos corpos foram encontrados com perfurações de bala e marcas de faca, além de casos de decapitação. As imagens dos cadáveres expostos na Praça São Lucas, no Complexo da Penha, geraram forte repercussão e reacenderam o debate sobre o uso da força em operações policiais no Rio de Janeiro.

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