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Daniel Vorcaro e executivos do Banco Master são soltos pelo TRF-1 sob restrições

Nesta sexta-feira (28/11), uma decisão da Solange Salgado da Silva, desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), revogou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro — fundador e principal executivo do Banco Master — e de outros quatro diretores e sócios da instituição. Todos eles estavam detidos em decorrência da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) no contexto de investigações sobre suposta fraude financeira.

🔎 Os investigados beneficiados

Além de Vorcaro, a soltura abrange:

  • Augusto Ferreira Lima (ex-CEO e sócio);
  • Luiz Antônio Bull (diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia);
  • Alberto Félix de Oliveira Neto (superintendente executivo de Tesouraria);
  • Ângelo Antônio Ribeiro da Silva (sócio).

⚖️ Por que a prisão foi revogada — e quais as restrições impostas

A magistrada justificou que, diante de novas análises e documentação apresentada pela defesa, “não mais subsistem os requisitos” que justificavam a prisão cautelar. Em seu entendimento, as medidas alternativas — como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de movimentação e proibição de contato com outros investigados — são suficientes para garantir a ordem econômica e evitar riscos à investigação.

As principais condições definidas pelo TRF-1 incluem:

  • uso obrigatório de tornozeleira eletrônica;
  • proibição de deixar o município de residência ou sair do país — passaporte deverá permanecer retido;
  • vedação de manter contato com os demais investigados, bem como com testemunhas ou funcionários relacionados ao caso;
  • suspensão da atuação no mercado financeiro ou cargos de gestão durante a investigação.

💼 O que pesa contra os investigados

O grupo é alvo de suspeitas graves: segundo a investigação da PF, o Banco Master teria comercializado títulos de crédito falsos — parte do esquema que envolve valores estimados em até R$ 12 bilhões. A operação levou à liquidação extrajudicial da instituição decretada pelo Banco Central do Brasil (BC), além da apreensão de bens de alto valor, como uma aeronave de luxo avaliada em cerca de R$ 200 milhões.

As acusações incluem crimes como gestão fraudulenta, gestão temerária e participação em organização criminosa, além de suposta emissão de títulos de crédito sem lastro.

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