O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reuniu ao menos 100 apoiadores no segundo dia da chamada “Caminhada Pela Justiça e Liberdade”, iniciativa que pretende ligar Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, a Brasília, em um trajeto de cerca de 240 quilômetros. As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa do parlamentar.
Nesta terça-feira (20/1), o grupo percorre um trecho aproximado de 38 quilômetros até a cidade de Cristalina, em Goiás. A saída ocorreu por volta das 7h40, com previsão de chegada entre 18h30 e 19h. Segundo a organização, apesar do desgaste físico, o deputado afirmou que seguirá até o fim do percurso.
Parlamentares acompanham a mobilização
Além de apoiadores, participam da caminhada nomes ligados ao campo conservador, como os deputados Carlos Bolsonaro (PL-RJ), Zucco (PL-RS), Sargento Gonçalves (PL-RN) e Carlos Jordy (PL-RJ), além dos vereadores Pablo Almeida (PL-BH) e Thiago Medina (PL-Recife). A assessoria informou que o grupo conta com apoio logístico, incluindo paradas programadas para alimentação e hidratação ao longo do caminho.
A mobilização teve início na segunda-feira (19/1), quando Nikolas deixou Paracatu. A previsão é que a caminhada seja concluída em sete dias, com chegada à capital federal no domingo (25/1).
Protesto político
Segundo o parlamentar, a caminhada é um “ato pacífico de protesto” contra o que classifica como arbitrariedades no Brasil. Entre os pontos citados por Nikolas estão a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, a situação jurídica dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, além de críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Em declaração divulgada pela assessoria, Nikolas afirmou que, mesmo demonstrando cansaço físico, mantém o compromisso de concluir o percurso. “Restam aproximadamente 10 quilômetros para o encerramento do trajeto do dia”, informou a equipe durante a tarde.
Carta aberta ao público
Na noite de segunda-feira (19), o deputado publicou uma “carta aberta ao povo do Brasil”, na qual explicou os motivos da caminhada. No texto, ele negou que a iniciativa tenha caráter de vaidade ou espetáculo, afirmando tratar-se de um “ato de consciência, de amor ao Brasil e de compromisso com a liberdade”.
Nikolas também criticou o que chama de “desumanização” e processos “ilegais, parciais e arbitrários” contra os presos do 8 de janeiro. “A liberdade não se pede de joelhos; defende-se de pé”, escreveu o parlamentar.
Segundo ele, a caminhada busca chamar a atenção da sociedade para temas como Estado de Direito, liberdades individuais e justiça, em um momento que define como de “cansaço moral” do país.
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