Um levantamento divulgado pela Atlas/Arko revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera o ranking de rejeição entre figuras políticas brasileiras. De acordo com a pesquisa, realizada entre os dias 16 e 23 de março de 2026, Lula registra 50,6% de rejeição — índice significativamente superior ao dos demais nomes avaliados.
O segundo colocado é o senador Flávio Bolsonaro, com 24%, seguido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que aparece com 16,3%. Os números evidenciam um cenário de forte polarização política no país, com concentração de rejeição nos principais protagonistas do debate nacional.
Ranking de rejeição entre lideranças
Além dos três primeiros colocados, o levantamento também avaliou outros nomes do cenário político nacional. O deputado federal Nikolas Ferreira aparece com 5,9%, enquanto Michelle Bolsonaro soma 1,2%.
Já o ministro da Fazenda Fernando Haddad registra 0,9%, seguido pelo governador de São Paulo Tarcísio de Freitas, com 0,8%, e o vice-presidente Geraldo Alckmin, com 0,1%.
Outros nomes como Eduardo Leite, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Romeu Zema aparecem com índices próximos de zero no levantamento.
Corrupção lidera motivos de rejeição
Entre os entrevistados que afirmaram não votar em Lula “de jeito nenhum”, a principal justificativa apontada foi a associação com corrupção. O item “envolvido ou conivente com corrupção” foi citado por 85,9% dos respondentes — o maior percentual entre todas as razões listadas.
“Percepção de corrupção lidera motivos de rejeição ao presidente.”
Outros fatores também foram mencionados, como a visão de que o presidente busca ampliar a dependência da população em relação ao Estado (45,7%) e a percepção de um projeto de poder autoritário (33,2%).
Também aparecem críticas relacionadas à avaliação de governo, como a ideia de que Lula não foi um bom presidente (29,9%) e que não prioriza os principais problemas do país (21%).
Polarização política segue como pano de fundo
Os dados reforçam o cenário de polarização política no Brasil, com rejeições concentradas em figuras centrais do debate público. A distância entre Lula e os demais nomes no ranking evidencia o grau de resistência de parte do eleitorado ao atual presidente.
“Rejeição elevada expõe divisão persistente no eleitorado brasileiro.”
Metodologia da pesquisa
A pesquisa Atlas/Arko foi realizada com 4.224 entrevistados por meio da internet. O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06058/2026.
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