O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Leite (MDB), conhecido como Tadeuzinho, surge nos bastidores como possível candidato a vice-governador em uma chapa de centro encabeçada pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para as eleições de 2026. A articulação busca criar um palanque competitivo em Minas, sem o peso direto do PT, visando ampliar o eleitorado de centro e conter discursos antipetistas.
A aproximação entre Pacheco e Tadeuzinho se intensificou durante a negociação do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) junto à União. Além disso, a base eleitoral de Tadeuzinho fora da Região Metropolitana de Belo Horizonte, principalmente em Montes Claros, Norte de Minas, é vista como estratégica para ampliar votos em regiões em que Pacheco tem menor penetração.
Outras possibilidades para Tadeuzinho
Tadeuzinho não é apenas cotado como vice de Pacheco. Durante a convenção estadual do MDB, em junho de 2025, correligionários o incentivaram a lançar-se como cabeça de chapa ao governo de Minas, mas ele preferiu desconversar. Em maio, houve convite do PSB nacional, liderado por João Campos, para filiação e disputa ao governo.
O presidente do Republicanos-MG, Euclydes Pettersen, também sugeriu compor uma chapa com o senador Cleitinho Azevedo, líder em pesquisas recentes, fortalecendo ainda mais o leque de articulações do parlamentar.
Defesa do presidente do MDB
O deputado federal Newton Cardoso Jr., presidente estadual do MDB, elogiou Tadeuzinho: “Ele é um dos melhores quadros da política mineira, pronto para qualquer desafio”. Contudo, ao ser questionado sobre cenários eleitorais, Cardoso afirmou que Tadeuzinho está focado em comandar a ALMG e em pautas estratégicas para o estado, evitando especulações sobre candidaturas.
Estratégia e silêncio político
O deputado mantém discrição sobre futuras disputas eleitorais, o que abre espaço para especulações. Entre estratégias analisadas nos bastidores, Tadeuzinho poderia até adiar a eleição para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) para fortalecer negociações políticas futuras, ou disputar essa vaga caso não vença em 2026.
Por sua vez, Pacheco evita compromissos públicos com candidaturas precoces, ponderando desgaste e impactos em seu desempenho eleitoral. O PSD de Pacheco também negocia possíveis alianças com o vice-governador Mateus Simões, pré-candidato ao governo, enquanto rumores de futura indicação de Pacheco ao STF circulam, embora a próxima vaga esteja prevista apenas para 2028.
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