Uma pesquisa divulgada pelo instituto AtlasIntel aponta um cenário desafiador para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026, ao menos no estado do Paraná. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro aparece à frente em um eventual segundo turno, com 52% das intenções de voto, contra 33,5% de Lula.
A sondagem também revela um índice elevado de rejeição ao atual presidente no estado: 64% dos entrevistados avaliam sua gestão como ruim ou péssima. Por outro lado, 28% classificam o governo como ótimo ou bom, enquanto 9% consideram regular. Quando questionados sobre a direção do país, 64% afirmam que o Brasil segue no caminho errado.
Outros nomes testados no cenário, como o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, aparecem com 4,8% das intenções de voto. Já Ronaldo Caiado soma 1,4%, enquanto Aldo Rebelo registra 0,1%. Votos brancos e nulos representam 4,2%, e 0,9% dos entrevistados não souberam responder.
O resultado reforça o peso regional na disputa presidencial e evidencia a força da oposição em estados do Sul do país, historicamente mais resistentes ao Partido dos Trabalhadores.
BASTIDORES DO PT
O cenário captado pela pesquisa intensificou discussões internas no Partido dos Trabalhadores sobre a viabilidade da candidatura de Lula à reeleição em 2026. Nos bastidores, cresce a avaliação de que o presidente enfrenta desgaste político relevante, o que pode impactar sua competitividade.
Entre os nomes cogitados como alternativas, o ministro da Educação, Camilo Santana, surge como aposta de renovação, enquanto o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é visto como opção mais imediata.
Especialistas apontam que, apesar dessas possibilidades, o partido ainda enfrenta dificuldades para renovar suas lideranças e construir um nome com alcance nacional comparável ao de Lula.
CENÁRIO DE POLARIZAÇÃO
Analistas políticos avaliam que o crescimento de Flávio Bolsonaro está diretamente ligado à rejeição ao governo federal, mais do que a fatores individuais. A tendência, segundo especialistas, é de manutenção da polarização entre grupos ligados ao lulismo e ao bolsonarismo nas eleições de 2026.
A possibilidade de uma terceira via competitiva segue considerada baixa no cenário atual, o que indica uma disputa acirrada entre os dois campos políticos.
REFLEXOS EM MINAS GERAIS
Embora o levantamento seja específico do Paraná, o resultado repercute em outros estados estratégicos, como Minas Gerais — considerado historicamente decisivo em eleições presidenciais. Lideranças políticas mineiras acompanham com atenção o cenário, especialmente diante do papel do estado como termômetro eleitoral nacional.
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