Em uma ofensiva coordenada realizada entre 28 de julho e 8 de agosto, a Polícia Civil (PCMG) e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) deflagraram a segunda fase da Operação Integrare, resultando na prisão de 19 foragidos da Justiça, todos investigados por homicídios ligados ao tráfico de drogas. Caso sejam condenados, os suspeitos poderão acumular penas de até 222 anos de prisão.
A operação foi conduzida em 14 municípios, incluindo Belo Horizonte, Mateus Leme, Ribeirão das Neves, Nova Lima, Araxá, Uberlândia e Janaúba, além de outras localidades como Sabará, Taquaraçu de Minas, Guaraciama, Divino, Ferros, Veredinha e Turmalina.
Além das prisões, foram registrados 18 flagrantes, majoritariamente relacionados ao tráfico de drogas, que resultaram na apreensão de 13 quilos de entorpecentes, 22 veículos recuperados, 12 celulares utilizados em atividades criminosas e uma arma de fogo.
O delegado Álvaro Huertas, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), destacou que a operação inicialmente tinha como foco apenas homicídios de foragidos, mas acabou ampliando seu alcance para apreensões e flagrantes relacionados ao tráfico. Já o tenente Rafael Veríssimo, porta-voz da PMMG, informou que, no período de janeiro a julho deste ano, houve uma redução de 20,86% nos casos de homicídio em Minas Gerais, comparado ao mesmo intervalo do ano anterior.
Um episódio inusitado marcou a ação em Guaraciama: um dos suspeitos tentou fugir da polícia, resistiu à prisão e chegou a agredir fisicamente um policial militar, mas acabou detido.
A Operação Integrare faz parte de uma estratégia mais ampla de combate ao crime organizado no estado, alicerçada na cooperação entre as forças de segurança. Outras operações com objetivo similar foram realizadas anteriormente e demonstram a continuidade dos esforços: somente no início de 2025, operações como Força Total e Fora de Sintonia 2 resultaram no cumprimento de dezenas de mandados de prisão e busca e apreensão por suspeita de envolvimento com o tráfico e organização criminosa.
Segundo as autoridades, novas fases da Operação Integrare estão previstas nos próximos meses, sinalizando que essa estratégia de atuação integrada continuará a ser expandida no combate ao crime violento e ao tráfico no estado.
Contexto adicional
A atuação coordenada entre PCMG, PMMG e, em muitos casos, o Ministério Público via Gaeco, tem se mostrado eficaz no desmantelamento de organizações criminosas e na apreensão de entorpecentes, armas e veículos. Esse tipo de operação tem trazido resultados concretos no combate ao crime, contribuindo para a redução da violência letal e resgatando dinamismo no enfrentamento à criminalidade organizada em Minas Gerais.
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