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Exportação de tilápia cresce 130% em outubro e falta do peixe eleva preços no Brasil

Oferta reduzida e retomada das exportações impulsionam valorização nas principais regiões produtoras do Paraná

O preço da tilápia disparou em outubro em diversas regiões do país, refletindo uma combinação de escassez na oferta e alta demanda, tanto no mercado interno quanto no externo. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), a falta de alevinos para repovoamento e as temperaturas mais frias deste ano reduziram a produção nacional, provocando um efeito direto nas cotações.

Alta expressiva nos preços

Nas principais regiões produtoras do Paraná, estado líder na piscicultura brasileira, os preços subiram de forma acentuada:

  • Norte do Paraná: cotação média de R$ 9,19/kg, alta de 7,79% em relação a setembro;
  • Oeste do Paraná: valorização ainda mais forte, com aumento de 11,88%, chegando a R$ 8,31/kg.

Segundo o Cepea, a tendência é de que os preços se mantenham firmes até o fim do ano, já que o ritmo de crescimento da produção deve continuar lento devido à limitação de alevinos e ao atraso no ciclo reprodutivo do peixe.

Exportações em recuperação

Apesar das dificuldades no abastecimento interno, o mercado externo apresentou recuperação expressiva. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que as exportações de tilápia atingiram 1.602 toneladas em outubro, um crescimento de 130,4% na comparação com setembro.

Com o resultado, os embarques voltaram ao patamar observado em janeiro de 2025, ainda que o volume esteja 6,9% abaixo do registrado em outubro de 2024.

O desempenho confirma o aquecimento da demanda internacional, especialmente dos Estados Unidos, principal destino da tilápia brasileira, e reforça o otimismo do setor com a retomada gradual das vendas externas.

Perspectivas para o mercado

Especialistas do Cepea destacam que, caso as condições climáticas se normalizem e o fornecimento de alevinos seja retomado nos próximos meses, a tendência é de estabilização nos preços internos no início de 2026. Até lá, o cenário permanece de valorização e oferta restrita, especialmente nas regiões Sul e Sudeste.

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