Os Estados Unidos e forças aliadas realizaram ataques em larga escala contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) em várias regiões da Síria neste sábado (10), em uma ação militar considerada uma retaliação direta a uma emboscada em dezembro que matou três americanos no país do Oriente Médio.
De acordo com o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CENTCOM), a ofensiva — parte da denominada Operação Hawkeye Strike — foi lançada como resposta ao ataque de 13 de dezembro em Palmira, onde um militante ligado ao Estado Islâmico emboscou tropas sírias e americanas, resultando na morte de dois soldados dos EUA e de um intérprete civil.
Segundo relatos norte-americanos, os ataques deste sábado visaram múltiplos alvos do EI espalhados por território sírio, com foco em posições operacionais, estruturas de comando e possíveis depósitos de armas do grupo extremista, ainda presente especialmente nas áreas desérticas do país.
Operação Hawkeye Strike e contexto
A operação foi iniciada em 19 de dezembro de 2025, também em retaliação ao mesmo ataque de Palmira, e já havia incluído uma série de ataques aéreos que atingiram cerca de 70 alvos do Estado Islâmico, segundo informações do próprio comando militar americano.
Embora o CENTCOM não tenha divulgado números específicos de mortos ou feridos na nova ofensiva, autoridades americanas afirmaram que a ação é parte de um esforço contínuo para degradar a capacidade operacional do EI, impedir futuros ataques e proteger forças norte-americanas e parceiras na região.
Além de forças dos EUA, militares aliados participaram da operação, incluindo unidades da Jordânia, reforçando o compromisso conjunto de combater remanescentes do grupo extremista no território sírio.
Retaliação e política de defesa americana
O ataque mortal em Palmira representou um dos eventos mais significativos contra tropas americanas na Síria desde a queda do regime de Bashar al-Assad no fim de 2024, em um cenário de cooperação recente entre o governo sírio e a coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico, de acordo com relatórios internacionais.
Autoridades do Pentágono reforçaram que o objetivo das ações é não apenas retaliar, mas também enfraquecer as estruturas logísticas do Estado Islâmico e dissuadir futuros ataques contra forças americanas e de países parceiros presentes na região.
A ofensiva acontece em meio a um contexto maior de esforços internacionais para conter a retomada de atividades do EI no Oriente Médio, após a organização perder grande parte de seu território para forças locais e operações internacionais desde 2014.
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