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Planalto negocia cargos em agências para viabilizar aprovação de Jorge Messias ao STF

O desfecho da indicação de Jorge Messias dependerá da consolidação desses apoios nas próximas semanas, em um cenário de intensa negociação política no Congresso Nacional.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou a articulação política no Congresso para garantir a aprovação do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. A estratégia inclui a oferta de cargos em agências reguladoras a parlamentares, especialmente do centrão, em busca de apoio no Senado.

Negociações nos bastidores

A movimentação tem como foco consolidar votos antes da sabatina, marcada para o próximo dia 29. O principal interlocutor nesse processo é o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, além de lideranças partidárias que ainda não definiram posição sobre a indicação.

Segundo informações publicadas por O Globo, o Planalto trabalha para reduzir resistências e evitar surpresas na votação, considerada estratégica para o governo.

Cargos como moeda política

O Executivo dispõe atualmente de cerca de 14 vagas em órgãos reguladores de grande relevância econômica, como a Comissão de Valores Mobiliários, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica e a Agência Nacional de Aviação Civil.

Esses postos, alguns já vagos e outros com abertura prevista, são considerados peças-chave na negociação política, permitindo ao governo acomodar interesses do Legislativo em troca de apoio à indicação.

Critérios de distribuição

A estratégia do Planalto leva em conta o histórico das nomeações. Em cargos tradicionalmente indicados por parlamentares, o governo tende a manter o apadrinhamento político. Já em posições ocupadas por indicados da gestão anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, a tendência é promover mudanças no perfil dos ocupantes.

Resistências e cenário no Senado

A indicação de Jorge Messias, feita após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, enfrentou resistência inicial de parte do Senado. Davi Alcolumbre, por exemplo, teria preferência por outro nome, como o do senador Rodrigo Pacheco.

Atualmente, o governo conta com uma base de apoio relevante, mas ainda busca consolidar votos entre parlamentares indecisos. A recente nomeação do deputado José Guimarães para a Secretaria de Relações Institucionais reforça o esforço de articulação política.

Outras indicações em jogo

Além da vaga no STF, o Senado também analisa indicações do governo para cargos na CVM, o que amplia o leque de negociações em curso. A prerrogativa do Executivo de nomear dirigentes para agências reguladoras tem sido um dos principais instrumentos de diálogo com o Legislativo.

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