O Partido dos Trabalhadores (PT) passou a considerar um novo nome para a disputa pelo governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Sandra Goulart, entrou no radar da sigla como uma possível alternativa caso não se concretize a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSD), defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo lideranças partidárias, Sandra Goulart já iniciou conversas com dirigentes do PT, o que a credencia como uma opção viável para o projeto estadual. O movimento ocorre em meio à sinalização pública de Pacheco de que pode não disputar novas eleições e encerrar a carreira política em 2027, cenário que levou o partido a buscar um “plano B”.
Uma das alternativas analisadas foi a retomada da aliança com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que já se colocou como pré-candidato. No entanto, as negociações não avançaram. Parte do PT mineiro demonstra resistência à aproximação, principalmente pelo fato de o PDT integrar a base de apoio do governador Romeu Zema (Novo) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o que poderia dificultar articulações políticas.
Perfil acadêmico e fim de mandato na UFMG
À frente da UFMG desde 2018, Sandra Goulart encerrará seu segundo mandato como reitora em março deste ano. No processo eleitoral interno para o quadriênio 2026–2030, o candidato apoiado por ela, o professor Alessandro Fernandes Moreira, liderou a lista tríplice encaminhada ao Ministério da Educação. A nomeação final cabe ao presidente Lula, que ainda analisa os nomes indicados.
A gestão de Sandra Goulart ganhou projeção nacional com o desenvolvimento da vacina SpiN-TEC contra a Covid-19, conduzido pelo Centro de Tecnologia de Vacinas (CT-Vacinas) da UFMG em parceria com a Fundação Ezequiel Dias (Funed). Em 2021, pesquisadores da universidade também tiveram um estudo publicado na capa da revista Nature, uma das mais prestigiadas da comunidade científica internacional.
Divergências internas no PT
Embora o nome da reitora agrade parte das lideranças do PT, que enxergam em Sandra Goulart a possibilidade de lançar uma candidatura fora do meio político tradicional, há resistência interna. Setores do partido questionam sua capacidade eleitoral e avaliam que ela pode ter dificuldades para alcançar competitividade nas urnas. Além disso, a reitora enfrenta baixa popularidade entre grupos do movimento estudantil da UFMG.
O cenário em Minas segue indefinido, mas Sandra Goulart permanece como uma opção em avaliação. O PT pretende definir o nome que contará com o apoio de Lula até 5 de julho, prazo final para o registro das candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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