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Clima seco impulsiona safra de uva no RS e eleva teor de açúcar da produção

Com clima favorável e qualidade elevada da matéria-prima, o Rio Grande do Sul caminha para uma safra promissora, reforçando sua posição de destaque na vitivinicultura brasileira.

O clima seco e a baixa incidência de chuvas nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul estão consolidando uma safra de uva marcada por excelente sanidade e alta concentração de açúcares. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta semana, as condições meteorológicas favoreceram o aumento do grau Brix — indicador técnico que mede o teor de açúcar — elevando o padrão de qualidade tanto para o consumo in natura quanto para a indústria de sucos e vinhos.

O tempo firme permitiu que variedades americanas e viníferas atingissem índices entre 14° e 18° Brix, patamar considerado superior para o processamento industrial e produção de vinhos de maior qualidade.


Serra Gaúcha lidera colheita com valorização de preços

Na Serra Gaúcha, principal polo vitivinícola do estado, a colheita das variedades de ciclo precoce e médio avança em ritmo acelerado. Em Caxias do Sul, referência na produção, além da melhora na qualidade da fruta, o mercado registra valorização.

No Ceasa Serra, o preço da uva Niágara subiu de R$ 3,75 para R$ 4,30 o quilo. Já na comercialização direta nas propriedades, os valores variam entre R$ 2,00 e R$ 3,00/kg, conforme a qualidade e o volume ofertado.


Produção avança em outras regiões

O cenário é predominantemente positivo também em outras áreas produtoras:

  • Campanha e Fronteira Oeste: Em Hulha Negra, a colheita das variedades Isabel, Niágara, Bordô, Violeta e Concord já começou, com preços chegando a R$ 8,00/kg. Em Quaraí, cerca de 20% da área cultivada foi colhida, com foco em uvas de mesa e brancas viníferas.
  • Norte e Noroeste: Nas regiões de Frederico Westphalen e Ijuí, a safra de variedades como Lorena e Niágara entra na fase final. Apesar da boa produtividade, a grande oferta em Ijuí provocou leve retração nos preços, estabilizados em torno de R$ 6,00/kg.
  • Região de Passo Fundo: Em Passo Fundo, a produtividade é considerada elevada e a qualidade classificada como “excelente”. As uvas de mesa estão sendo comercializadas a R$ 6,00/kg, enquanto as viníferas são negociadas a R$ 3,00/kg.

Sanidade favorece rentabilidade

O relatório destaca que a ausência de umidade excessiva reduziu significativamente a incidência de doenças fúngicas nos parreirais. Com frutos mais limpos, íntegros e com maior graduação de açúcar, os viticultores conseguem melhor posicionamento no mercado.

A uva com alto grau Brix e boa sanidade tende a alcançar preços mais competitivos junto às vinícolas e cooperativas, refletindo diretamente na rentabilidade do produtor.

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