Os Estados Unidos e Israel realizaram ataques militares contra o Irã na madrugada deste sábado (28). A ofensiva atingiu a capital Teerã e pelo menos outras quatro cidades iranianas: Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah.
A operação foi confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por meio de declarações divulgadas nas redes sociais.
Até o momento, não há informações oficiais sobre mortos ou feridos. Relatos iniciais indicam que mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e instalações ligadas à liderança iraniana na capital.
Informações divulgadas por agências internacionais indicam que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, não estaria em Teerã no momento dos ataques.
Trump diz que objetivo é destruir programa nuclear
Segundo Trump, a ofensiva tem como objetivo impedir o avanço do programa nuclear iraniano e neutralizar ameaças consideradas estratégicas pelos Estados Unidos e seus aliados.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente afirmou que a operação busca impedir que o Irã obtenha armas nucleares.
“Garantiremos que os representantes terroristas do regime não possam mais desestabilizar a região ou o mundo, e que o Irã não obtenha uma arma nuclear”, declarou.
De acordo com autoridades militares americanas, a operação pode durar vários dias. O Pentágono classificou a ação como uma ofensiva de grande escala.
O ataque ocorre após semanas de negociações entre Estados Unidos e Irã sobre o programa nuclear iraniano, que não chegaram a um acordo.
Irã reage com ataques a bases dos EUA
Em resposta à ofensiva, o Irã lançou mísseis contra Israel e também bombardeou bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio, segundo a mídia estatal iraniana.
Entre os alvos atingidos estariam instalações militares americanas em:
- Al Udeid, no Catar
- Al Salem, no Kuwait
- Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos
- Quinta Frota dos EUA, no Bahrein
Os ataques ampliaram o risco de um conflito militar de grandes proporções na região.
Tensão já vinha crescendo
A escalada militar ocorre após meses de tensão entre Irã, Estados Unidos e Israel.
Em junho de 2025, forças americanas já haviam bombardeado instalações nucleares iranianas em apoio a Israel durante confrontos entre os dois países.
Nos últimos meses, Trump também vinha incentivando publicamente a população iraniana a pressionar pela queda do regime dos aiatolás.
Analistas internacionais avaliam que a ofensiva deste sábado representa uma das maiores escaladas militares recentes no Oriente Médio e pode provocar uma reação em cadeia envolvendo outros países da região.
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